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NEC
11 fev 2021

Como o Open RAN cria oportunidades para os Data Centers

A grande tendência para os próximos anos é que as operadoras de telecomunicações mudem para o Open RAN, pois essa arquitetura fornece um avanço inovador referente a forma como as redes móveis são construídas e adquiridas. De acordo com pesquisa realizada pela ABI Research, empresa de consultoria de mercado global de tecnologia, o Open RAN está amadurecendo e estima-se que até 2030 a rede de acesso via rádio aberta terá 75% de participação no mercado.

Nesse contexto, a adoção de uma infraestrutura móvel aberta e baseada em nuvem pode oferecer muitos benefícios, incluindo uma cadeia de suprimentos diversificada, tempos de implantação mais curtos, sem dependência de fornecedor único e flexibilidade na implantação de rede, operações e design.

Ao colocar esse conceito revolucionário em ação, novas possibilidades surgirão, com recursos mais aprimorados, o que impulsionará também a evolução dos Data Centers, visto que estes vão hospedar boa parte da nova rede flexível e virtualizada das operadoras.

Explorando o Open RAN incorporado com os Data Centers

O Open RAN foi construído para tornar a rede de acesso por rádio mais econômica e flexível. Isso significa que as redes das operadoras móveis serão abertas e parte delas ficará hospedada em Data Centers, exigindo novos investimentos, de modo a repensar sua estrutura, que precisará ser mais distribuída. Isto tem sido uma grande tendência, principalmente nos Telcos Datacenters, com o intuito de otimizar e aumentar a eficiência dos serviços. 

Seguindo nesse contexto, a infraestrutura dos atuais provedores de serviços está se transformando para permitir o provisionamento de serviços de maneira rápida e individualizada bem como suportando novos casos de uso. Ou seja, novas possibilidades surgirão, proporcionando para os Data Centers uma grande oportunidade de negócios.

Em decorrência deste cenário,  com as aplicações demandando latências cada vez menores, se faz necessária a expansão da alocação do poder computacional para borda, ficando cada vez mais descentralizada e próxima dos usuários finais.

Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Gartner, é previsto que até 2025 a computação de borda seja responsável por 75% dos dados gerados pelas empresas.  Entretanto, à medida que os dados são movidos para as bordas, surgem novos problemas com a segurança. Isso porque, quanto mais um sistema for fragmentado, mais complexo se torna garantir a segurança adequada. Mas isso não deve impedir a expansão dos negócios, pelo contrário, deve ser visto como um processo fundamental para alcançar o total potencial da tecnologia móvel e das comunicações.

Contudo, quando essa tendência estiver tornando-se realidade, ainda mais com o 5G já amadurecido, ocorrerá uma grande demanda por recursos mais otimizados, na qual consequentemente impulsiona o crescimento em Data Centers de borda. Além disso, levando em consideração todas essas premissas, além da alta velocidade e a potencial economia de custos que as redes abertas e virtualizadas podem oferecer, pode-se afirmar que o Open RAN é algo que afetará de maneira positiva empresas de todos os setores.

A previsão é que nos próximos anos, este será um cenário que promoverá Data Centers capazes de suportar tráfego fixo e móvel, acelerando novos modelos de negócios e habilitando a adoção de inovação pelas equipes de tecnologia.

 

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