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12 mai 2016

O conceito do porco-espinho

Em meu artigo sobre liderança publicado neste blog citei o livro “Empresas feitas para vencer” do autor Jim Collins, em que associava o sucesso das empresas ao estilo de Liderança classificado como nível 5. Agora, trago o conceito do porco-espinho também abordado neste livro.

De acordo com o autor, o conceito do porco-espinho é um conceito simples e cristalino que flui do profundo entendimento da interseção entre os três círculos que se seguem:

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Jim Collins define:

  • A atividade na qual você pode ser o melhor do mundo: Esse padrão de discernimento transcende em muito a competência principal. Só o fato de você possuir uma competência principal não significa, necessariamente, que você pode ser o melhor do mundo naquilo. Inversamente, a atividade na qual você pode se tornar o melhor do mundo talvez não seja nem mesmo algo em que a empresa esteja engajada no momento.
  • O que aciona o seu motor econômico: Todas as empresas que fizeram a transição de boas para excelentes alcançaram profundos insights em relação a como gerar com eficácia fluxo de caixa e lucratividade de modo substancial e contínuo.
  • O que lhe desperta paixão: As empresas que se tornaram excelentes se concentraram nas atividades que despertavam sua paixão. A ideia aqui não é estimular a paixão, mas descobrir aquilo que o apaixona.

 

Entendo que este conceito é amplo demais para ser abordado em poucas palavras, pois envolve estratégia, portfólio, posicionamento no mercado, liderança, motivação, competência, experiência, entre outros fatores que podem impactar e/ou serem impactados por este círculo. Acredito também que este círculo exige que o executivo tenha uma visão sistêmica “aguçada”, em que ele percebe e orienta, mesmo antes do fato acontecer.

Adicionalmente, o autor ressalta que: “As empresas “feitas para vencer” são mais como os porcos-espinhos: criaturas simples e desengonçadas que sabem apenas “uma grande coisa” e se mantêm fiéis a ela. As empresas do grupo de comparação direta são mais como raposas: criaturas ladinas e cheias de truques que sabem diversas coisas, mas a quem falta consistência.

A essa altura, você pode estar se perguntando: Mas, o que isso tudo tem a ver com a Certificação ISO/IEC 27001, tema que costumo escrever? Bom, vou me arriscar a fazer uma analogia com “a atividade que o apaixona profundamente”. Sabe aquele brilho nos olhos que você vê quando convida alguém para participar de um projeto desafiador? Pois é. Este brilho faz toda a diferença e pode ser um diferencial na sua equipe do projeto de Certificação. Em tempo, este (o brilho nos olhos) não é um requisito obrigatório da norma, mas é um requisito que pode mudar o seu resultado.


Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO/IEC 27001: Tecnologia da informação – Técnicas de segurança – Sistemas de gestão da segurança da informação – Requisitos. Rio de Janeiro, 2013.

COLLINS, Jim. Empresas feitas para vencer: Por que apenas algumas empresas brilham. Tradução Maurette Brandt. 16. ed. São Paulo: Elsevier, 2006.

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