<img height="1" width="1" src="https://www.facebook.com/tr?id=1902477713099717&amp;ev=PageView &amp;noscript=1">
Tempo de leitura 2min
NEC
15 out 2021

Conectividade e proteção de dados: Qual o impacto da experiência nas Smart Cities?

A internet 5G, que dentro de alguns meses deverá estar estabelecida no Brasil, será uma tecnologia essencial para integrar “coisas”, quando relacionado ao conceito de internet das coisas (IoT), além de permitir que a troca de informações aconteça com maior rapidez e fluidez. Em relação às smart cities, ou cidades inteligentes, haverá uma nova conjuntura, a qual permitirá aos governos otimizarem uma série de processos, aliado à redução de custos.

Para se ter ideia, dados da Postcapes apontam que as cidades que apostam nas soluções de smart city podem melhorar sua eficiência energética em 30% em 20 anos. Além de trazer economia, questões como essa ainda auxiliam na sustentabilidade, tema cada vez mais em alta no mundo todo. 

Pensando em tornar o assunto mais claro, desenvolvemos este artigo, que trata sobre as novas experiências no contexto urbano com tecnologia. Confira!

Biometria, smart cities e segurança no desenvolvimento de um futuro touchless

O conceito de touchless, que consiste na utilização de tecnologias sem toque, está sendo estruturado, abrindo portas para uma integração entre diferentes espaços. Neste contexto, um dos recursos que ganha destaque é a biometria, que pode ser implementada nos mais diversos espaços das smart cities. 

Através de soluções como o reconhecimento facial, é possível promover controle de acesso, segurança e cumprir com outros objetivos sem a necessidade de contato físico ou monitoramento humano. 

No cenário de pandemia de coronavírus, por exemplo, tecnologias como essa oferecem maior proteção em relação à contaminação e podem até mesmo auxiliar na detecção de indivíduos com temperatura corporal elevada, indicando uma ação adequada que proteja a saúde da pessoa em questão e de todos presentes no local. 

Há de se destacar que essa abordagem pode apoiar outros momentos que não incluem a identificação de doenças. 

Para que o conceito fique mais claro, é possível citar o aeroporto de Heathrow, em Londres, que está testando uma tecnologia que permite aos viajantes interagir com suas máquinas de entrega de bagagem sem ter que tocá-las fisicamente. Essa usa sensores de proximidade infravermelhos, que podem detectar os dedos dos passageiros a até 3 cm da tela da superfície.

O aeroporto vinha testando várias opções para entrega de bagagem sem contato, incluindo “espelhamento de tela”, que permitiria aos passageiros operar a entrega de bagagem automática por meio de seus dispositivos móveis, mas foi decidido avançar com a tecnologia de sensor de proximidade.

Outro aeroporto que criou uma solução de touchless para reduzir filas e possíveis infecções de coronavírus durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio foi o Narita, que lançou o Face Express. 

Trata-se de uma solução biométrica que consiste numa máquina que tira fotos do rosto dos passageiros, a qual funciona como passaporte e cartão de embarque, permitindo que os mesmos deixem suas bagagens e passem pelos portões de segurança e embarque sem mostrar identificação.

Ele foi projetado para melhorar a segurança do aeroporto, aumentar a conveniência dos passageiros e dar aos funcionários mais tempo para atender aos viajantes.

Além deste setor, diversos outros podem utilizar o conceito de smart cities para otimizar seus processos e promover uma melhor experiência para cidadãos e clientes. Em contrapartida, é essencial incorporar a segurança em todos os processos, em função de acontecimentos cada vez mais comuns de ciberataques, muitos sendo ransomware. Além disso, há a abordagem incentivada pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e outras normas, além da pressão por parte do consumidor.

Ou seja, existe um grande potencial da hiperconectividade, mas é imprescindível priorizar a segurança no desenvolvimento de aplicações, soluções e no uso da tecnologia. A NEC atua junto às empresas na construção de um mundo conectado, através das mais variadas tecnologias disruptivas aliadas à proteção de informações críticas e sigilosas.

White paper: Cidades mais seguras

Subscreva aqui!